domingo, 21 de fevereiro de 2010

A FORMAÇÃO DOS ESTADOS TEOCRÁTICOS DA ANTIGUIDADE

Entre as primeiras civilizações detacaram-se a do Egito(4.000 a 525 a.C) e da Mesopotâmia (4000 a 539 a.C):

Características
A economia era agrícola de excedente, fundada em relações servis de trabalho, na qual parte da produção se destinava ao rei , considerado senhor de todos os habitantes e de todas as propriedades. A sociedade estava estruturada na economia servil e na organização política teocrática. Assim, no Egito hierarquizava-se de cima para baixo do Faraó (rei), nos sacerdotes, nos escribas, nos guerreiros, nos camponeses.

A organização política relacionava-se a religião. O Estado, que era ao mesmo tempo, o deus,ou representante, tinha a função de proteger seus habitantes e possibilitar suas atividades produtivas construindo grandes obras destinadas ao controle das cheias dos rios.

EGITO - O ESTADO DO FARAÓ
A monarquia dos egípcios era bastante diferente daquilo que sempre imaginamos, na qual o rei é rei, porque é o filho de outro rei. O faraó era, para os egípcios, um deus vivo, herdeiro do rei-Sol. Como chefe do culto, ele garantia a harmonia entre os homens e os deuses. Era juiz supremoe responsável pela defesa do país. Sua função era garantir a prosperidade e velar pela boa administração.
 
Apesar disso, ele não governava sozinho. Uma grande casta de sacerdotes o ajudava a governar e lhe dava conselhos. Além dos sacerdotes, o faraó contava com muitos funcionários do governo, que controlavam as colheitas, a armazenagem dos cereais que sobravam e a construção de obras públicas. As leis dos egípcios eram aplicadas por tribunais. Os egípcios chegaram a formar um tribunal supremo, composto por sacerdotes-chefes das comunidades religiosas das cidades de Mênfis e Tebas.
 
DIVISÃO ADMINISTRATIVA
 
Os nobres ocupavam um lugar privilegiado na sociedade egípcia, pois eram os parentes do faraó.
Os sacerdotes, que aconselhavam o faraó, guardavam os segredos das ciências e tomavam conta das riquezas dos templos. Chegaram a governar o país em alguns momentos.
Os escribas eram funcionários que conheciam os segredos da escrita, como os letrados chineses. Eles cobravam os impostos e supervisionavam as construções e as obras públicas. Os egípcios não utilizavam dinheiro: os impostos devidos ao faraó eram pagos em espécie, ou seja, em cereais ou frutos.
 
A TEOCRACIA
 
A religião tinha um papel muito importante: dominava a vida política, social e econômica dos egípcios. Na vida política foi de suma importância para o domínio de toda população através da religiosidade, sendo necessária para conter revoltas que viessem a ocorrer.
Tinha como símbolo máximo o Faraó, sendo uma "divindade humana", representante dos deuses na Terra.
Houve um único momento em que o Egito tornou-se monoteísta, ocorrendo no governo de Amenófis IV, que objetivando diminuir a influência política e religiosa dos sacerdotes, instituiu o culto a Amón, deus Sol, estabelecendo portanto o monoteísmo egípcio.
 
 
2. MESOPOTÂMIA - O PODER DOS PATESI
 
O Patesi, rei-sacerdote, tinha como funções a organização política e religiosa do governo.
 
Foram destaques:
                           - Hamurábi: estabeleceu um código de leis rígidas, baseadas no princípio "olho por olho, dente por dente", como forma de prática de justiça - Lei de Talião. (Primeiro Império Babilônico)
                           - Nabucodonosor: levou os hebreus ao cativeiro da Babilônia através de sua expansão militar, criou seu jardim suspenso e estabeleceu o Segundo Império Babilônico.
 

CAPITANIAS HEREDITÁRIAS - A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO BRASIL COLÔNIA


CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
1. Introdução:




É só a partir de 1550 que a estrutura colonial se impõe de fato na América portuguesa. Trata-se de uma sociedade nova, diferente da européia. Uma sociedade baseada no trabalho escravo, tanto o indígena como o africano, e com a produção eminentemente voltada para fora. Era a sociedade escravista colonial.

2. A estrutura colonial:

. A exploração da cana-de-açúcar: O objetivo da metrópole portuguesa e dos comerciantes portugueses ao colonizar o Brasil era conseguir aqui produtos de alto valor no mercado europeu, de preferência metais, de acordo com os princípios mercantilistas. Apesar da procura, não foi achado inicialmente nenhum metal precioso no Brasil. Diante dessa ausência, a Coroa e os colonizadores tentaram outros produtos valorizados no mercado europeu, o de maior sucesso certamente foi a cana-de-açúcar. O açúcar da cana tinha um grande valor na Europa e adaptou-se bem ao clima brasileiro, em especial ao nordestino, onde passou a ser cultivado largamente, tornando-se o litoral nordestino a região central de colonização nos séculos XVI e XVII. Outros produtos agrícolas eram também produzidos para a exportação, como o tabaco e o anil.



. O modelo da plantagem: A plantagem – ou plantation – era a unidade produtora da cana e de outros

produtos para exportação. Eram em geral, grandes propriedades com a maior parte das terras com produção de cana, mas havendo também outras produções dentro da fazenda voltadas para a subsistência. Prevalecia o trabalho escravo. Havia uma casa de máquinas, o engenho, que funcionava com força animal ou hidráulica. O dono da fazenda era o senhor de engenho.


. Exclusivo colonial e monopólios: Os senhores de engenho brasileiros vendiam sua produção para

comerciantes aqui instalados que só podiam vendê-la para Portugal, era o exclusivo comercial. Além disso, os grandes comerciantes portugueses monopolizavam o comércio de certas cidades, baixando o preço dos produtos coloniais por eles comprados e aumentando os produtos portugueses vendidos para a colônia.


. O tráfico de escravos: Nas áreas centrais, onde foram implantadas as estruturas coloniais, começa a
faltar braço indígena com o tempo, devido à morte em massa desses e também à fuga para o interior do
território. Diante disso, decide-se usar o braço africano escravo, que passou a ser usado em massa. Ao total, trouxeram-se 3,6 milhões de africanos para trabalhar como escravos no Brasil e 12 milhões como um todo para a América. Para cada um que chegava no Brasil, pode-se contar outro morto na terrível viagem. A partir de 1600, esse tipo de mão-de-obra vai ser a mais usada na colônia. Os portugueses não capturavam os cativos na África, mas compravam escravos de comerciantes africanos. As sociedades africanas continham escravos antes dos europeus chegarem e com a grande demanda gerada pelo tráfico atlântico de escravos, essas sociedades passam a multiplicar em várias vezes as capturas feitas, transformando-as em sociedades plenamente escravistas, as vezes com 70% da população escrava e exportando escravos para todo o mundo. No Brasil também, o escravo africano ou afro-descendente vira uma figura freqüente na colônia, constituindo 50% da população colonial no XVIII. O tráfico de escravos gerava ainda grande riqueza para os traficantes, tráfico esse dominado inicialmente por Portugal e, depois, por cidades coloniais como Rio e Salvador.

. O sistema de sesmarias: A princípio todas as terras portuguesas no Novo Mundo eram do Rei e com as capitanias hereditárias, algumas terras se tornam particulares. A Coroa e os capitães – donatários das capitanias – doavam terras a particulares por meio de sesmarias. As sesmarias eram terras compradas a um preço relativamente baixo, onde o comprador deveria povoar e colonizar a terra. O problema é que para ser sesmeiro, era preciso ter influência junto ao Rei ou capitão, por isso poucos tinham acesso à terra.

. A presença holandesa no comércio: Os Países Baixos tem relações comercias com Portugal desde a Idade Média e serão importantíssimos na agromanufatura do açúcar, participando do transporte da cana para a Europa e do refino do açúcar. Assim, Holanda e Portugal são sócios no comércio europeu do açúcar, havendo certa desvantagem para Portugal.

. Os jesuítas: Desde o princípio da década de 1550, a ordem dos jesuítas estará presente no Brasil. Essa ordem foi criada na Contra-Reforma exatamente para fazer a expansão da fé católica no mundo. Eles serão os religiosos mais presentes no Brasil até a sua expulsão, em 1759. Possuem várias propriedades e utilizam largamente o trabalho compulsório indígena, inclusive estabelecendo as missões indígenas, onde catequizam e usam da força de trabalho dos ameríndios. Vão ser importantes também na educação na colônia, são eles que educam os filhos de senhores de engenho, comerciantes e outras pessoas poderosas na colônia. A educação, no período colonial, é restrita aos filhos desses grupos dominantes.

 

O PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1530)
Desinteresse de Portugal pelo Brasil:
     - Especiarias geravam mais lucratividade 
     - O território brasileiro não demonstrava lucro imediato
     - Sem possibilidade de comércio com os índios
     - Não encontraram ouro

Obs: Não quer dizer que ficou abandonado!!! Várias expedições militares de proteção foram enviadas.

Motivos da colonização:
     - Medo de perder as terras para invasores;
     - Decadência do comércio de especiarias;
     - Esperança de encontrar metais preciosos.

Problema: Portugal não queria gastar para colonizar o território brasileiro.
Solução: Buscar investimentos particulares na implantação de capitanias hereditárias e envio de expedições colonizadoras ao território.

Motivo de escolha pelas Capitanias Hereditárias: já haviam sido implantadas nas ilhas colonizadas por Portugal, localizadas no Atlântico.

Exigência de Portugal: Monopólio comercial sobre a produção na colônia (PACTO COLONIAL)

Fracasso das Capitanias:
     - Falta de recursos e interesse dos donatários;
     - Invasões estrangeiras (franceses);
     - Ataques de indígenas.
     - Distâncias enormes entre as Capitanias

Capitanias de sucesso: PERNAMBUCO E SÃO VICENTE


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Queridos alunos e visitantes, quero desde já desejar a todos um 2010 repleto de muita felicidade e alegria. Que este espaço que criei seja muito útil a todos aqueles que curtem adquirir conhecimento, pois jamais haverá riqueza maior que o desejo de desbravar novos rumos e saberes. Utilizem da melhor forma possível esse cantinho do conhecimento histórico, pois estaremos sempre trazendo a vocês todos o melhor e mais atualizado saber histórico. Um abraço do amigo e professor Joka.

sábado, 4 de julho de 2009

4 DE JULHO - A INDEPENDÊNCIA DOS EUA


A Independência dos EUA


INTRODUÇÃO

A Independência das treze colônias inglesas da América do Norte foi um movimento de grande importância, pois foi o primeiro movimento de emancipação que alcançou resultado efetivo, sendo considerada como uma das Revoluções Burguesas do século XVIII. Neste século, vários movimentos caracterizaram a ascensão da burguesia, apoiada nos ideais liberais do Iluminismo.

O ideal iluminista expandiu-se não só pela Europa, mas teve repercussões na América e no caso dos "EUA", foram as idéias de John Locke que encontraram maior eco na sociedade. Locke fora participante da Revolução Gloriosa na Inglaterra (1688-1689), ponto de partida para o Liberalismo do século XVIII, onde se originaram as idéias da existência de Leis naturais do contrato entre govrnantes e governados, da autonomia entre os poderes de Estado, do Direito à revolta e outras, consideradas pontos básicos da liberdade humana.

A SOCIEDADE COLONIAL Apesar das tradicionais diferenças entre as colônias do "norte" e do "sul", a maioria da sociedade colonial passou a defender o ideal de emancipação, uma vez que os interesses do capitalismo inglês opunham-se frontalmente às possibilidades de desenvolvimento colonial. Esse antagonismo era percebido principalmente nas colônias do centro norte, onde já existia uma burguesia, que acumulava capitais principalmente a partir do comércio triangular e que acabou comandando o movimento de independência, contando com o apoio das demais camadas sociais, inclusive de grande parte dos proprietários rurais do sul.

Na década anterior à Guerra de Independência, podemos dizer que a sociedade estava dividida entre duas correntes políticas: os Patriotas ou Whigs, favoráveis à emancipação, mesmo que através da guerra, e os Legalistas ou Tories, fiéis ao Rei da Inglaterra, contrários à idéia de independência. À primeira corrente pertenciam a maior parte da burguesia colonial, os pequenos prprietários, as camadas intelectualizadas, os comerciantes, artesãos, trabalhadores assalariados. Na Segunda corrente encontramvam-se os altos funcionários da administração colonial, parcela dos latifundiários do sul, alguns grupos de comerciantes e de congregações religiosas. Se por um lado grande parte dos colonos estava influenciada pelas idéias iluministas, foi a mudança da política colonial inglesa, após a Guerra dos Sete Anos (1756 --1763), a responsável pela definição política da maioria a favor da independência.


OS INTERESSES


Apesar da importância do elemento ideológico, pesa a situação de grande opressão metropolitana, caracterizada pelo enrijecimento do pacto colonial, mesmo antes da Guerra dos sete anos. Em 1750, a Inglaterra havia proibido a produção do ferro e em 1754 proibiu a fabricação de tecidos. Terminada a Guerra dos Sete Anos a Inglaterra adotou uma série de medidas com o intuito de tornar mais rígido o monopólio sobre as colônias, com o intuito de obter maior riqueza. As terras a oeste, tomadas aos franceses após a guerra foram declaradas da Coroa e portanto os colonos foram proibidos de ocupa-las, frustando as espectativas dos grandes proprietários do sul, que encontravam-se constantemente endividados, na medida em que dependiam do comércio inglês.

Com o pretexto de recuperar as finaças do Estado, abaladas com a guerra com a França, os ingleses adotaram diversas leis coercitivas, que na prática serviriam para garantir o mercado colonial para os produtos de outras colônias ou comercializados por empresas inglesas, particulrmente o chá, monopolizado pela Companhia das Índias Orientais.

As principais leis coercitivas foram:

· Lei do Açúcar (1764) taxando o açúcar que não fosse comprado das Antilhas Inglesas.

· Lei do Selo (1765) obrigava a utilização de selo em qualquer documento, jornais ou contratos.

· Atos Townshend (1767) Leis que taxavam a importação de diversos produtos de consumo. Criavam os Tribunais Alfandegários.

· Lei do Chá (1773) garantia o monpólio do comércio de chá para a Cia das Índias Orientais

· Leis Intoleráveis (1774) Impostas após a manifestação do Porto de Boston, interditava o porto da cidade, imposição de um novo governador para Massachussets e aquartelamento de tropas britânicas.

· Ato de Quebec (1774) impedia que as colônias de Massachussets, Virgínia, Connecticut e Pensilvânia ocupassem terras à oeste. As imposições fiscais, as medidas de caráter repressiva levada a efeito pelas tropas britânicas nas colônias e a influência das idéias iluministas foram responsáveis pela organização de vários movimentos de protestos e principalmente de boicotes aos produtos ingleses e ao mesmo tempo, pelo inicio do movimento de independência.


A GUERRA


Em 1774, os representantes da colônias (com exceção da Geórgia) organizaram o Primeiro Congresso Continental da Filadélfia, onde foi decidida a manutenção do boicote aos produtos ingleses e foi elaborada uma Declaração de Direitos e Agravos. Os colonos reivindicavam a revogação das "Leis Intoleráveis" e o direito de representação no Parlamento inglês, no entanto a Inglaterra manteve-se intransigente, não estando disposta a fazer concessões.

Na maioria das cidades formavam-se comitês pró independência que realizavam a propaganda do ideal emancipacionista e ao mesmo tempo foram responsáveis pelo armazenamento de armas e munições, julgando que o conflito seria inevitável Em 1775 os ingleses atacaram Lexington e Concord.

Os colonos organizaram um exército que seria comandado por George Washington, da Virgínia. Nesse mesmo ano reuniu-se o Segundo Congresso Continental da Filadélfia, de caráter separatista, que confirmou a necesidade de orgnização militar como meio de garantir os direitos dos colonos, confirmou G. Washington no comando das tropas e deu a Thomas Jefferson a liderança de uma comissão encarregada de redigir a Declaração de Independência. A Declaração tem grande significado político não só porque formalizou a independência da s primeiras colônias na América, dando origem a primeira nação livre do continente, mas porque trás em seu bojo o ideal de liberdade e de direito individual, e a idéia de soberania popular, representando uma síntese da mentalidade democrática e liberal da época.
No entanto, a pressão dos grandes proprietário rurais, importantes aliados na Guerra de Independência, determinou a manutenção da escravidão no país.
As tropas inglesas tentaram tomar os principais portos e vias fluviais, com o objetivo de isolar as colônias, enquanto que os colonos ao mesmo tempo que procuravam reforçar suas tropas, buscavam apoio externo: A França entrou na Guerra em 1778 e a Espanha no ano seguinte, em apoio as tropas coloniais, com o objetivo de enfraquecer a Inglaterra no cenário europeu. Em 1781 as tropas coloniais e francesas derrotaram os ingleses na Batalha de Yorktown e em 1783 foi assinado o Tratado de Versalhes, segundo o qual a Inglaterra reconhecia a independência das treze colônias, agora Estados Unidos da América.
Hoje comemora-se a independência de um país construído à base de muita luta e patriotismo, buscando uma liberdade jamais conseguida por nenhuma colônia na mesma época. Como ponto negativo dessa comemoração temos que destacar a ausência de uma independência democrática, onde todos norte-americanos pudessem participar, principalmente os negros, tão importante no processo de libertação da Inglaterra.
Mas, a História realmente é cíclica, sendo o atual presidente dos EUA um negro muçulmano, excelentíssimo Barack Obama. Ele nos mostra que a acada dia a história é dinâmica, sendo a representação e a construção do homem social a base de toda a História. Vamos esperar que essa independência venha realmente acompanhada de uma democracia para todos!!!
Baseando-se nas palavras do querido Barack Obama: "Yes, we can!!!" - Sim, nós podemos modificar tudo e todos que queiram tornar a história restrita a um determinado grupo. A História é de todos e cabe a todos lutar pela sua participação diante dela.
Feliz 4 de Julho a todos, pois essa independência não cabe somente aos norte-americanos, mas a todos que lutaram e lutam ainda hoje pelos ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

segunda-feira, 30 de março de 2009

VAMOS NOS DIVERTIR COM A HISTÓRIA?

Observar a história de maneira divertida é saber a importância que os acontecimentos têm para nossa vida, utilizando-os como forma de aprendizado e de modelo para a construção de nosso presente e principalmente para o nosso futuro. A cada dia que passa ocorrem novos fatos, novas formas de observar a vida que nos rodeia, sendo um fator importante para a construção da História a capacidade crítica e criativa da humanidade. Aqueles que observam a História como algo preparado, estático e principalmente "decorativo" não sabem da verdadeira capacidade de conhecimento que pode gerar ao ser humano o saber histórico e sua imensidão de riquezas e saberes. Venha comigo e vamos desfrutar de tais riquezas que ficarão sempre a sua disposição aqui nesse espaço que pode considerar como SEU! Obrigado pela atenção e vamos aproveitar uma das maiores riquezas que existe no mundo: O CONHECIMENTO!